domingo, 18 de janeiro de 2009

Trovas comuns são suficientes. qualquer coisa do tipo que eu não fazer, parece ser mais que bom. na verdade eu prefiro as sinceras. não as pensadas, mas as que te fazem pensar um pouco. mas, quem gosta de pensar quando o melhor que se tem a fazer pe gozar o verão e a promiscuidadeque rola no ar quente da estação?

NINGUÉM, É OBVIO !

Para que lembrá-las de como seus olhos são lindos, e como seus cabelos e pele entram em constraste perfeito com suas vestimentas de cores novas, cores jovens? Por que chamá-las de moças, se elas insistem em dizer que são piriguétes, e perigosas?e ainda não notaram que a cada dia que passa, ficam menos gostosas. É incrivel! Elas temum exemplo em casa. Que olhem para suas mães e tias, ou para suas avós. Não serão princesas pra sempre, nem perderão seu encanto. Um dia serão rainhas.

E rainhas, não passam de cartas.


"Dobre sua língua", gritou a Rainha, vermelha de raiva.

"Não dobro não!", respondeu Alice.

"Cortem-lhe a cabeça!", a Rainha berrou o mais alto que pôde.
Ninguém se mexeu.

"Quem se importa com você?" , disse Alice ( que acabara de voltar ao seu tamanho normal).
"Vocês não passam de um baralho de cartas!"

Nesse instante todo o baralho voou no ar, começando depois a cair sobre Alice; ela deu um gritinho, meio com medo, meio com raiva, tentando rebatê-las. A menina achou-se então deitada no barranco com a cabeça no colo da irmã, que gentilmente afastava algumas folhas secas que tinham caído da árvore sobre elas.

6 comentários:

Maria Lua disse...

bom texto Tao! :)

Anônimo disse...

Tão bom texto! :)

a.r.k. disse...

nesse instante estou pensando no que comentar

a.r.k. disse...

queria comentar algo como, os baralhos se desembaralham, mas você os têm ainda

porque eu não calo a boca.

Anônimo disse...

tu se tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Anônimo disse...

também gostei :]