Acompanhada, entra a policial científica vestindo sua farda sutil, e armada com sua munição discreta.
Ela vem pomposa, e com autoridade notável leva a minha mão até a barrilha de tinta - tinge.
Aí eu olho para minha mão e conto: mindinho, seu visinho, pai de todos, fura-bolo, mata piolho. Ela escolhe o último aperta contra o documento de identificação.
Pede meu cartão de identidade e analiza com precisão cada detalhe de meu polegar direito, filiação, nome, sobrenome, naturalidade, local de expedição e finalmente minha assinatura:
- Sou eu mesmo?
- Por hora, é.
Shane Grainger
Há 10 anos
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